Rota 2030: Impressões e perspectivas na visão da Finep e Bosch

Segundo episódio da série amplia a conversa para conhecer a experiência das coordenadoras e os projetos incentivados.
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Nosso especialista Luiz Brant continua nossa série conversando com os atores do setor automotivo buscando coletar suas percepções e aprendizados sobre o primeiro ciclo do Rota 2030.

Destaques

Neste episódio, Mauricio Syrio, Superintendente da Área de Inovação 2 na FINEP, e André Carvalho, Gerente do Departamento de Engenharia, Metal Mecânica, Equipamentos, Transporte e Serviços na FINEP, compartilharam sobre a atuação da agência em suas várias operações nos projetos estratégicos para o setor. A agência busca atuar como uma parceira das empresas apoiando com esclarecimentos sobre todo o processo de captação de recursos, orientando como criar um projeto robusto com fim de facilitar a avaliação e aprovação do mesmo.

Caso tenha perdido, confira o primeiro episódio desta série: Revisão crítica do Rota 2030: Conquistas e desafios 

Mauricio Syrio destacou que as linhas temáticas Indústria 4.0 e Materiais Avançados foram as mais buscadas por parte das empresas, provavelmente por atender às futuras demandas do mercado que busca a digitalização dos processos, desenvolvimento de veículos autônomos, assim como o desenvolvimento e aplicação de novos materiais mais resistentes e leves. E comenta que a mais recente linha de Descarbonização também deve crescer por se tratar de um objetivo perseguido pelas empresas a fim de atender suas metas e compromissos ESG.

E com a visão das empresas, José Velloso, Chefe de Inovação na Bosch América Latina, compartilhou sobre a representatividade da Bosch Brasil no desenvolvimento de tecnologias para o grupo global e quais projetos a empresa desenvolveu com o incentivo do Programa 2030.

É unânime que este novo modelo de fomento aproximou diversos atores do ecossistema de inovação, por isso, todos os aprendizados e conquistas precisam ser valorizados. O segundo ciclo do Rota 2030 é aguardado com expectativa de ampliação do mecanismo para as empresas como, por exemplo, obter maior flexibilidade de aplicação dos recursos entre as coordenadoras.

Confira agora esta conversa na íntegra e compartilhe conosco quais são suas expectativas sobre o próximo ciclo.

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