Oportunidade de fomento para pequenas empresas de São Paulo

Conheça o Programa PIPE da Fapesp que estimula a inovação tecnológica através de recursos não reembolsáveis a projetos de P&D que apresentam potencial para se transformar em produtos, processos ou serviços.
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Estimulando a inovação 

Investir em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) tem sido o diferencial de muitas empresas brasileiras, principalmente quando contam com formas de fomento concedida pelo governo.  Além de oferecer melhorias no portfólio, por meio do desenvolvimento de novos produtos, permite aprimorar processos e produtos já existentes, explorar novos mercados, fortalecer a imagem da marca e facilitar acesso a recursos financeiros. Atividades de PD&I podem ser vantajosas, especialmente, para pequenas empresas, as quais fomentam a sustentabilidade do negócio a longo prazo, seja na superação de desafios econômicos, ou na promoção de iniciativas que promovem ganhos ambientais e sociais.

Para negócios em início de desenvolvimento ou de pequeno porte, ter capital para investir em projetos de pesquisa, os quais apresentam grandes riscos associados, pode ser um desafio. Nesse sentido, buscar fontes externas de fomento representa uma grande oportunidade.

No estado de São Paulo, pequenas empresas podem contar com o Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas – PIPE, da Fapesp. O PIPE foi criado em 1997 com a missão de estimular a inovação tecnológica em pequenas empresas através de apoio com recursos não reembolsáveis a projetos de pesquisa e desenvolvimento que apresentam potencial para se transformar em produtos, processos ou serviços inovadores. Veja: Como os incentivos fiscais ajudam na recuperação econômica das empresas

 

Fases do programa PIPE Fapesp

Para participar do programa, as empresas precisam estar sediadas no estado de São Paulo e possuir, no máximo, 250 empregados. Além disso, é preciso desenvolver e apresentar projeto de pesquisa que se encaixe em alguma das seguintes fases:

  • Fase 1: nessa fase, são apoiadas iniciativas voltadas à viabilidade técnico-científica da pesquisa para inovação proposta. Isso significa que os projetos devem estar com baixos níveis de maturidade tecnológica (TRL 1 a 3). Vale ainda destacar que os projetos dessa fase devem apresentar uma duração de até 9 meses e poderão ser apoiados com até R$ 300 mil.
  • Fase 2: são apoiados projetos que estão em fase desenvolvimento da inovação propriamente dita, apresentando nível de maturidade superior (TRL 4 a 7). Essa fase tem duração de até 24 meses e o valor máximo de financiamento é de até R$ 1,5 milhões.
    Na fase 2, as empresas podem entrar na modalidade Fase 2 Direta ou Fase 2 Indireta. No primeiro caso, são empresas que não participaram da Fase 1 e, por isso, é necessário detalhar os resultados obtidos na comprovação da viabilidade técnico-científica da pesquisa. A Fase 2 Indireta, por sua vez, é direcionada às empresas que participaram da primeira fase do programa.
  • Fase 3: refere-se ao desenvolvimento comercial e industrial da inovação proposta (TRL 8 e 9). Esse tipo de apoio pode ser alcançado por meio de editais específicos e temáticos, diferente das outras fases que apresentam inscrições em fluxo contínuo.

 

Vantagens de captar recursos do PIPE Fapesp

  • Apoio decisivo: Ideal para pequenas empresas em fase de crescimento e com necessidade de capital para desenvolver seus produtos, serviços e processos.
  • Apoio financeiro: Oportunidade de obter recursos financeiros não reembolsáveis, o que significa que as empresas não precisam se preocupar com a devolução do dinheiro investido pela FAPESP.
  • Reconhecimento no mercado: O fato de uma empresa receber financiamento do PIPE Fapesp pode aumentar sua credibilidade, demonstrando seu compromisso com a inovação e crescimento sustentável do negócio.
  • Rede de contatos e parcerias: Participar do programa pode proporcionar às empresas acesso a uma ampla rede de contatos e oportunidades de estabelecer parcerias com outras empresas, instituições de pesquisa e investidores.

 

Pipe Invest

Além disso, outra oportunidade disponível, é submeter o projeto para receber apoio do Pipe Invest. Nesse caso, a empresa deve possuir projeto vigente nas Fases 1 ou 2 (ou finalizado em período inferior a 3 anos) e apresentar capacidade de atrair uma terceira parte interessada (investimento privado). Com isso, a Fapesp aloca recursos suplementares para a pesquisa com valor igual ao aportado pela parte privada, limitados a um teto de R$ 1,5 milhão.

Por fim, vale destacar a participação do Sebrae no PIPE. Esse tipo de fomento visa apoiar projetos que envolvam validação tecnológica no cliente. Nessa modalidade, o Sebrae oferece apoio de até R$ 500 mil para impulsionar os projetos selecionados.

Para participar, é preciso monitorar os sites das agências, já que esta apresenta editais próprios.

Nesse caso, além dos critérios de elegibilidade citados anteriormente (250 empregados e estarem sediadas em SP), a empresa precisa comprovar Receita bruta no último exercício igual ou inferior a R$ 4,8 milhões. A ABGi conta ainda com o Smart Control, uma plataforma para gestão de projetos e cálculo de incentivos fiscais à inovação que agiliza e ajuda na sua rotina, veja mais: Nova plataforma para gestão de projetos e cálculo de incentivos fiscais à inovação para agilizar a sua rotina – conheça o Smart Control

 

Próximos passos

Sua empresa precisa se destacar no mercado, sair à frente através da inovação e essa é uma grande oportunidade para impulsionar e transformar seus projetos de P&D em produtos, processos ou serviços.

Ficou interessado em saber mais sobre o programa ou até mesmo submeter algum projeto da sua empresa? A ABGi possui um grupo de especialistas em fomento que está disponível para tirar suas dúvidas e auxiliar na preparação da documentação necessária.

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