A Lei do Bem se consolidou como um dos principais instrumentos de incentivo fiscal para impulsionar atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), permitindo reduzir a carga tributária enquanto se investe no futuro do negócio.
No entanto, nem todas as empresas exploram esse potencial da mesma forma. O nível de maturidade na utilização desses incentivos varia significativamente, e compreender em qual estágio sua empresa se encontra é essencial para evoluir com consistência e segurança.
Maturidade na Lei do Bem: por que isso importa?
Ao longo dos anos de aplicação da Lei do Bem, a ABGi observou um padrão claro: empresas adotam diferentes abordagens na utilização dos incentivos fiscais. Enquanto algumas operam de forma estruturada e estratégica, outras ainda estão nos estágios iniciais, focadas principalmente na conformidade de forma reativa.
Essa diferença de maturidade impacta diretamente os resultados obtidos. Empresas mais maduras conseguem maximizar os benefícios fiscais, e também integrar a inovação à sua estratégia corporativa, ampliando o retorno sobre os investimentos em PD&I.
Por outro lado, organizações em estágios iniciais enfrentam desafios como baixa rastreabilidade de gastos, ausência de processos estruturados e desconhecimento sobre o potencial completo da Lei do Bem.
Os níveis de maturidade na utilização da Lei do Bem
A partir da experiência prática da ABGi, é possível identificar três principais fases de maturidade na utilização da Lei do Bem:

Fase operacional
Na fase operacional, o foco está na utilização segura do incentivo fiscal. Nesse estágio, é comum observar poucos controles internos sobre os projetos de PD&I, dificuldades na rastreabilidade dos investimentos e conhecimento limitado das equipes envolvidas. Aqui, o principal desafio é estruturar processos e garantir conformidade.
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Fase estrutural
Já na fase estrutural, as empresas avançam para um nível mais organizado, buscando maximizar os benefícios da Lei do Bem. Surge a necessidade de alinhar a estratégia de inovação, desenvolver parcerias e identificar novas oportunidades de PD&I. Apesar dos avanços, ainda existem lacunas na integração estratégica e na alocação de recursos dedicados.
Para aprofundar, recomendamos ISO 56000: Como implementar um Sistema de Gestão da Inovação.
Fase estratégica
Por fim, na fase estratégica, a Lei do Bem passa a ser utilizada como um instrumento integrado ao planejamento financeiro e de inovação da empresa. O foco deixa de ser apenas o incentivo fiscal e passa a incluir a gestão do portfólio de projetos, a diversificação das fontes de fomento e o acompanhamento constante das mudanças regulatórias.
Como chegar neste nível? Confira algumas abordagens no material Lei do Bem: Avalie a fase de maturidade da sua empresa em relação ao uso dos incentivos fiscais para inovação tecnológica.
Transforme a Lei do Bem em vantagem competitiva
A Lei do Bem oferece um potencial significativo para empresas que desejam inovar de forma estruturada e eficiente. No entanto, os melhores resultados são alcançados por organizações que evoluem em seu grau de maturidade, deixando de enxergar o incentivo apenas como benefício fiscal e passando a utilizá-lo como alavanca estratégica.
A ABGi Brasil atua há anos apoiando empresas de diferentes setores nessa jornada, combinando conhecimento técnico, visão estratégica e segurança na aplicação dos incentivos. Com uma abordagem personalizada, a consultoria auxilia desde a estruturação inicial até a maximização dos resultados em níveis mais avançados de maturidade.
Se a sua empresa busca otimizar investimentos em inovação e aproveitar todo o potencial da Lei do Bem, o próximo passo é entender com clareza seu estágio atual e definir um plano consistente de evolução. Entre em contato com a ABGi e descubra como avançar com mais segurança e resultados.
Conteúdo atualizado em 16/04/2026.







