A regulação do mercado de carbono no Brasil avança rapidamente e está transformando a gestão de carbono em um tema estratégico para as empresas. Com o fortalecimento do Plano de Transformação Ecológica e a tramitação do Projeto de Lei nº 182/2024, que estrutura o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), organizações intensivas em emissões precisarão evoluir rapidamente em sua capacidade de mensurar emissões.
Por que isso é urgente para mineração e siderurgia
Setores como mineração e siderurgia estão entre os mais impactados pela evolução das políticas climáticas e pela implementação do SBCE. Além da pressão regulatória, cresce também a demanda de investidores, clientes e parceiros por dados ambientais confiáveis e auditáveis.
Diante desse contexto, as empresas precisarão ir além do inventário de carbono ou emissões pontuais. Será necessário construir uma estrutura consistente de gestão de carbono baseada em indicadores confiáveis, governança de dados e processos capazes de sustentar auditorias, reportes e decisões estratégicas de negócio.
Organizações que se anteciparem a essa transformação terão vantagens claras em três dimensões fundamentais:
- Eficiência de custos: identificar alavancas de redução e evitar ineficiências na apuração e gestão das emissões.
- Mitigação de riscos: reduzir vulnerabilidades regulatórias, inconsistências de dados e fragilidades de verificação.
- Ganho de competitividade: priorizar investimentos e estratégias com base em informações confiáveis e comparáveis.
Gestão de carbono na prática: o papel do MRV
A base de qualquer estratégia climática consistente é o sistema de Mensuração/Monitoramento, Relato e Verificação (MRV). Mais do que uma exigência técnica, o MRV funciona como a infraestrutura que sustenta a gestão de carbono dentro das organizações.
Quando bem estruturado, o MRV permite compreender com maior clareza onde estão suas emissões, quais atividades geram maior impacto, além de permitir priorizar investimentos em descarbonização com maior segurança.
Em outras palavras, empresas com gestão de carbono estruturada conseguem decidir primeiro, investir melhor e se posicionar com maior solidez no novo ambiente regulatório.
Como a ABGI apoia sua empresa na gestão de carbono
A ABGI atua como parceira estratégica na estruturação e implementação da gestão de carbono, conectando exigências regulatórias à geração de valor para o negócio. A abordagem abrange a jornada completa: diagnóstico, roadmap e implementação.
Diagnóstico de prontidão para o SBCE
Avaliação do estágio atual da empresa em gestão de emissões e identificação dos gaps críticos para um MRV robusto.
Roadmap de gestão do carbono e estruturação do MRV
Desenho da rota prática para evoluir da conformidade mínima para uma gestão estratégica do carbono.
Implementação e operacionalização
Implantação da estratégia em prática e transformação da gestão de carbono em capacidade real da organização.
A gestão estruturada de carbono gera valor desde o início:
- Mais clareza para decisões de CAPEX e eficiência operacional.
- Maior confiabilidade para reportes e auditorias.
- Redução de riscos regulatórios e reputacionais.
- Melhor posicionamento estratégico diante da evolução do SBCE.
A ABGi combina visão estratégica, profundidade técnica e foco em resultados. Nosso papel não é apenas adequar a empresa a uma nova exigência, mas transformar a agenda climática em instrumento de competitividade, eficiência e preparação para o futuro. Entre em contato e transforme o desafio em oportunidade com um parceiro que vai acelerar o alcance dos seus objetivos.








