A importância de construir um ambiente propício para a inovação se desenvolver

Websérie ‘Ambientes de Inovação ’ comenta desafios e soluções da estruturação de áreas dedicadas à PD&I
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Investimento no futuro

Em um curto período, observamos dezenas de empresas como Itaú, Bradesco, Telefônica, lançando seus hubs e espaços de inovação, investindo um grande volume de recursos, e criando programas de inovação com parceiros. Essas notícias não são apenas coincidências ou modismos no mercado.

As empresas estão investindo, cada vez mais nesses espaços, por uma série de motivos estratégicos, mas principalmente, porque entenderam que para liderarem em seus mercados precisam alinhar todos os fatores que permitem ideias e projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação sejam executados de maneira contínua e ágil.

Ao apostar na criação destes espaços, não apenas impulsiona o crescimento e a competitividade da empresa no curto prazo, mas também garantem sua sustentabilidade e relevância no mercado no longo prazo. Entre os vários benefícios destes ambientes de inovação estão:

  • Maior agilidade e flexibilidade para o desenvolvimento de parcerias estratégicas com startups, instituições de pesquisa e outros atores do ecossistema;
  • Maior foco e aumento da capacidade de P&D, inovação e transformação digital;
  • Aceleração no desenvolvimento de produtos, processos e serviços;
  • Maior competitividade e possibilidade de expansão para novos mercados;
  • Menor competição do orçamento de PD&I com outras demandas internas comuns a grandes corporações, entre outros.

 

Evidências de uma estratégia de sucesso

São evidentes os benefícios da colaboração entre os atores do ecossistema de inovação para acelerar o desenvolvimento de novas soluções.

Um exemplo emblemático de uma parceria de sucesso entre a Motorola e outras empresas do setor de TIC para criarem o Instituto Eldorado, em 1999. Atualmente, o Eldorado é um centro de pesquisa renomado, com várias unidades pelo Brasil, criando soluções disruptivas para diversos mercados como saúde, energia, óleo e gás, entre outros.

Outro exemplo, é o Grupo RANDON, que tomou a decisão estratégica de constituir uma ICT privada para desenvolver projetos mais disruptivos junto à cadeia automotiva, que se tornou hoje o Instituto Hercílio Randon (IHR).

A ABGi teve o prazer de colaborar com a constituição desse ambiente de inovação, apoiando na avaliação das oportunidades e pontos de atenção em se estruturar uma nova entidade independente, observando qual o melhor modelo de negócios permeando questões de governança, propriedade intelectual, localização, stakeholders, RH, linhas de P&D e recursos financeiros para inovação.

 

Jornada da inovação

Contudo, a estruturação de um ambiente de inovação, seja um hub de inovação, centro de P&D, ICT, ou outro modelo, envolve muitos desafios  para sua concepção e consolidação para que sejam possíveis colher todos os benefícios desejados.

Algumas dificuldades são comuns a muitas organizações que embarcam nesta jornada =, como por exemplo:

  • Dificuldade de implementação e escala;
  • Cultura organizacional resistente à mudança;
  • Resultados de baixo impacto;
  • Parcerias infrutíferas ou em desacordo;
  • Limitação de orçamento e acesso à recursos financeiros, entre outros.

 

O caminho legal da inovação

Muitas desavenças e atrasos no processo de inovação podem ser evitados se houver maior clareza a respeito dos diferentes temas  que envolvem a jornada de estruturação de ambientes dedicados à promoção das atividades de inovação.

Para abordar os desafios e soluções, a ABGi Brasil e o MAB Advogados, produziu uma série de vídeos com três episódios, onde apresentamos boas práticas de governança, política de propriedade intelectual e acordos de parceria para ambientes de inovação.

O MAB foi uma parceira para o projeto de estruturação do IHR com discussões muito enriquecedoras sobre as questões legais que impactam o sucesso, então decidimos registrar e compartilhar este conhecimento com todos os interessados em estruturar ou consolidar um ambiente de inovação.

Segundo Maria Carolina Rocha, CEO da ABGi, muitas empresas começam seu processo no sentido contrário, consideram que precisam de um Hub ou uma ICT, e depois buscam algum modo de operacionalizar. Porém, ao começar com uma discussão estratégica sobre premissas e desafios que o ambiente precisa solucionar conduz a decisões mais coerentes e alinhadas aos objetivos.

Confira agora o primeiro episódio, conduzido por Maria Carolina Rocha e Marco Aurélio Braga, Sócio do MAB Advogados, abordando a importância da governança para garantir que a inovação seja gerenciada de forma estratégica.

Aguarde os novos episódios que serão lançados nas próximas semanas.

 

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